Dr. Thiago Bessa Urologia · CRM-SP 161122
Dr. Thiago Bessa, médico urologista em Ribeirão Preto

Levantar três vezes por noite para urinar não é só da idade.

Depois dos 50, a próstata aumentada é uma das causas mais comuns desse tipo de sintoma. Existe mais de um caminho de tratamento hoje, e nem todos passam por cirurgia aberta. A consulta com o Dr. Thiago Bessa, urologista em Ribeirão Preto, serve justamente para descobrir qual deles cabe no seu caso.

  • CRM-SP 161122
  • Mais de 13 anos em urologia
  • Cirurgia robótica, HoLEP e Echolaser
  • Rua Floriano Peixoto, 2245

O que costuma trazer um homem até aqui

Boa parte dos pacientes chega depois de conviver anos com o sintoma. Se algum destes itens descreve a sua rotina, já é motivo para marcar uma avaliação.

  • Jato fraco

    A urina sai sem força, demora para começar ou para no meio.

  • Acordar à noite

    Levantar uma, duas, três vezes para ir ao banheiro e não voltar a dormir direito.

  • Vontade que aperta de repente

    A urgência chega sem aviso e sobra pouco tempo até o banheiro.

  • Bexiga que não esvazia

    A sensação de que sempre ficou alguma coisa, mesmo depois de urinar.

  • Gotejamento no fim

    Pinga depois de terminar, molha a roupa e vira constrangimento diário.

  • PSA alterado

    O exame de rotina veio fora da faixa e ninguém explicou direito o que fazer.

  • Dificuldade de ereção

    A ereção não vem, não sustenta, ou mudou de um tempo para cá.

  • Sangue na urina

    Qualquer episódio de sangue na urina precisa ser investigado, mesmo que passe sozinho.

Nenhum desses sinais fecha diagnóstico sozinho. Eles indicam que vale investigar, e a investigação começa por uma consulta.

Próstata aumentada: o que é e por que atrapalha tanto

A hiperplasia prostática benigna, conhecida pela sigla HPB, é o crescimento não canceroso da próstata. A glândula fica maior, comprime a uretra e dificulta a saída da urina. É frequente a partir dos 50 anos e não é câncer de próstata, embora as duas condições possam aparecer no mesmo paciente.

O incômodo não vem do tamanho da próstata em si, e sim do que ele provoca na bexiga. Para vencer a resistência, a bexiga trabalha mais, engrossa a parede e com o tempo fica mais irritável. Daí a combinação clássica: jato fraco de dia e urgência à noite.

Deixar correr tem custo. Quadros avançados podem evoluir para retenção urinária aguda, infecção de repetição, cálculos na bexiga e comprometimento renal. É por isso que sintoma urinário não deve virar rotina aceita.

Como a avaliação é feita

  1. Consulta. Histórico dos sintomas e aplicação do IPSS, o escore internacional de sintomas prostáticos, que transforma a queixa em número e permite acompanhar a evolução.
  2. Exame físico. Inclui o toque retal, que avalia tamanho, consistência e superfície da glândula. Leva segundos e continua sendo insubstituível.
  3. Exames. Conforme o caso: PSA, exame de urina, ultrassom com volume prostático e resíduo pós-miccional, urofluxometria.
  4. Decisão conjunta. As opções são apresentadas com o que cada uma exige e o que pode causar. A escolha é sua, com orientação médica.

Echolaser: ablação transperineal da próstata com laser

O Echolaser é uma técnica minimamente invasiva para tratar a hiperplasia prostática benigna, também chamada de TPLA. Fibras ópticas muito finas são posicionadas dentro da próstata através do períneo, com orientação por ultrassom em tempo real. A energia do laser reduz o tecido que comprime a uretra. Não há passagem de instrumento pela uretra em nenhum momento.

  • Sob sedação

    O procedimento é realizado com sedação, sem necessidade de anestesia geral.

  • Alta em poucas horas

    Na maior parte dos casos o paciente vai para casa no mesmo dia.

  • Sem manipulação da uretra

    O acesso é pelo períneo. A uretra não é instrumentada.

  • Pensado para manter a ejaculação

    Por não passar pela uretra, é uma técnica desenhada para preservar a ejaculação.

  • Retorno precoce

    A volta às atividades do dia a dia costuma ser rápida, com orientação individual.

  • Guiado por ultrassom

    O ultrassom acompanha a posição das fibras durante toda a aplicação.

O que o Echolaser não é

Não é substituto universal do HoLEP nem da cirurgia. A indicação depende do volume e do formato da próstata, do padrão dos sintomas e dos exames. Existem próstatas em que outra técnica entrega um resultado mais previsível, e nesses casos o certo é dizer isso na consulta. A literatura sobre TPLA ainda é mais recente que a de técnicas consagradas como o HoLEP, o que também entra na conversa.

Fazer Echolaser em Ribeirão Preto

O Dr. Thiago Bessa realiza Echolaser em Ribeirão Preto. O caminho começa com uma consulta de avaliação: sintomas, exame físico e exames de imagem definem se a técnica se aplica ao seu caso. Se não se aplicar, você sai da consulta sabendo o motivo e quais são as alternativas.

Tratamentos para próstata aumentada, lado a lado

Cada linha abaixo atende a um perfil diferente de paciente. A tabela existe para você chegar à consulta sabendo o que perguntar.

Comparação entre medicação, Echolaser, HoLEP, ressecção endoscópica e cirurgia aberta no tratamento da hiperplasia prostática benigna
Opção Como é feita Via de acesso Anestesia Quando costuma ser considerada
Observação e medicação Remédios que relaxam a musculatura da próstata ou reduzem o volume da glândula. Via oral Não se aplica Sintomas leves a moderados, sem complicação instalada. Exige uso contínuo.
Echolaser (TPLA) Fibras ópticas aplicam laser dentro da próstata, guiadas por ultrassom. Períneo, sem passar pela uretra Sedação Casos selecionados, com atenção especial à manutenção da ejaculação.
HoLEP O adenoma é enucleado com laser de hólmio e retirado. Endoscópica, pela uretra Raqui ou geral Inclusive próstatas grandes, quando se busca remoção ampla do tecido.
Ressecção endoscópica (RTU) O tecido é ressecado em fragmentos por via endoscópica. Endoscópica, pela uretra Raqui ou geral Próstatas de volume intermediário. Técnica tradicional e amplamente estudada.
Cirurgia aberta ou robótica Retirada do adenoma por acesso cirúrgico. Abdominal Geral Próstatas muito volumosas ou situações em que as demais não se aplicam.

Câncer de próstata e prostatectomia radical robótica

A prostatectomia radical robótica é a retirada cirúrgica da próstata no tratamento do câncer de próstata, feita com auxílio de uma plataforma robótica. O cirurgião opera com visão tridimensional ampliada e instrumentos de movimento preciso, por pequenas incisões.

Nem todo câncer de próstata precisa de cirurgia. Parte dos casos de baixo risco entra em vigilância ativa, com acompanhamento programado em vez de tratamento imediato. Outros seguem para radioterapia. A definição vem do estadiamento, do PSA, da biópsia e das suas condições clínicas.

Um PSA alterado, isolado, não significa câncer. Ele pode subir por prostatite, por HPB, por atividade sexual recente e até pelo próprio toque retal feito antes da coleta. O que ele faz é abrir a investigação.

Se você já chegou com exame na mão, traga tudo para a consulta: PSA atual e anteriores, ultrassom, ressonância, laudo de biópsia. Exames em sequência valem mais do que um exame isolado, porque mostram o comportamento ao longo do tempo.

Disfunção erétil, ejaculação precoce e testosterona

É a queixa que mais demora a virar consulta. E costuma ser a que mais responde a tratamento quando a causa é identificada direito.

Disfunção erétil

A dificuldade de obter ou manter a ereção pode ter origem vascular, hormonal, neurológica, medicamentosa ou psicológica, e frequentemente mistura mais de uma. Vale saber: em homens acima dos 40, a disfunção erétil às vezes é o primeiro sinal de um problema cardiovascular ainda silencioso. Investigar é cuidar do coração também.

Ejaculação precoce

Tem critérios clínicos definidos e mais de uma abordagem possível, entre medicação, técnicas comportamentais e tratamento de fatores associados. O primeiro passo é diferenciar o quadro que sempre existiu daquele que apareceu depois, porque a conduta muda.

Testosterona baixa

Cansaço, queda de libido, perda de massa muscular e alteração de humor podem ter relação com hipogonadismo. O diagnóstico exige dosagem hormonal em condições corretas de coleta, e a reposição tem indicações e contraindicações específicas. Não é algo para começar por conta própria.

Preenchimento peniano com ácido hialurônico

O preenchimento peniano é um procedimento estético em que ácido hialurônico é aplicado sob a pele do pênis para aumentar a espessura. É feito em consultório, com anestesia local, sem cortes e sem internação. O produto usado é reabsorvível, ou seja, o organismo o elimina com o tempo.

Duas informações que mudam a expectativa de quem procura o procedimento e quase nunca aparecem nos anúncios: o preenchimento atua na espessura, não no comprimento, e o efeito não é permanente, porque o ácido hialurônico é reabsorvido gradualmente. Quem quer resultado duradouro precisa saber disso antes, não depois.

A avaliação começa por uma consulta urológica comum. Se houver queixa funcional junto, como disfunção erétil ou curvatura peniana, ela entra na frente. Estética depois que a função está resolvida.

  • Procedimento ambulatorial, sem incisões
  • Anestesia local
  • Orientação individual de repouso e de retorno à atividade sexual
  • Resultado varia conforme anatomia, volume aplicado e resposta de cada pessoa
  • Atendimento discreto, do agendamento ao pós

Se preferir tratar do assunto sem passar pelo formulário, chame direto no WhatsApp. O atendimento é feito pela secretaria e nada é publicado, compartilhado ou usado para anúncio.

Dr. Thiago Bessa

Dr. Thiago Bessa é médico urologista em Ribeirão Preto, inscrito no CRM-SP sob o número 161122. Atua há mais de 13 anos em urologia, com foco em cirurgia minimamente invasiva da próstata, saúde sexual masculina e estética íntima masculina.

A rotina cirúrgica reúne prostatectomia radical robótica, HoLEP, Echolaser e procedimentos de consultório. Mais de 4.000 procedimentos cirúrgicos realizados ao longo da carreira.

O que orienta o atendimento é simples de descrever e trabalhoso de fazer: explicar em português o que está acontecendo, apresentar as opções com riscos e limites de cada uma, e não empurrar a técnica mais cara nem a mais nova quando ela não é a mais adequada. Paciente que entende o próprio quadro decide melhor.

  • CRM-SP 161122
Fachada da clínica onde o Dr. Thiago Bessa atende, na Rua Floriano Peixoto, 2245, em Ribeirão Preto

Consultório em Ribeirão Preto

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Perguntas que chegam toda semana

Onde encontrar um urologista em Ribeirão Preto para tratar próstata aumentada?

O Dr. Thiago Bessa atende em Ribeirão Preto, na Rua Floriano Peixoto, 2245, de segunda a sexta, das 8h às 18h. É urologista inscrito no CRM-SP sob o número 161122 e trabalha com hiperplasia prostática benigna, incluindo Echolaser e HoLEP. O agendamento é feito pelo WhatsApp (16) 99650-2587.

O que é hiperplasia prostática benigna?

É o crescimento não canceroso da próstata. A glândula aumenta de volume, comprime a uretra e dificulta a saída da urina. Costuma aparecer a partir dos 50 anos. Não é câncer de próstata, ainda que as duas condições possam existir no mesmo paciente.

Levantar à noite para urinar é sempre problema de próstata?

Não. Acordar para urinar durante a noite, quadro chamado de noctúria, tem várias causas possíveis: próstata aumentada, bexiga hiperativa, diabetes, apneia do sono, uso de diuréticos e volume de líquido ingerido à noite. Em homens acima de 50 anos a próstata é uma das causas mais frequentes, mas só a consulta e os exames definem.

O que é o Echolaser da próstata?

Echolaser é o nome comercial da ablação transperineal da próstata com laser, também chamada de TPLA. Fibras ópticas finas são introduzidas na próstata através do períneo, guiadas por ultrassom, e o laser reduz o tecido que comprime a uretra. É feito sob sedação, não manipula a uretra e a alta costuma ocorrer poucas horas depois.

É possível fazer Echolaser em Ribeirão Preto?

Sim. O Dr. Thiago Bessa realiza Echolaser em Ribeirão Preto. A indicação é definida em consulta, a partir do volume e do formato da próstata, dos sintomas e dos exames. Nem todo paciente com próstata aumentada tem indicação para essa técnica.

Qual a diferença entre Echolaser e HoLEP?

O Echolaser é feito pelo períneo, sem passar pela uretra, e reduz o tecido prostático por ablação com laser. O HoLEP entra por via endoscópica pela uretra e enuclea o adenoma, retirando o tecido. O HoLEP costuma ser considerado em próstatas maiores, e o Echolaser em casos selecionados, com anestesia mais leve. A escolha depende do caso.

O tratamento da próstata afeta a vida sexual?

O impacto na função sexual varia conforme a técnica e conforme o paciente. Alterações na ejaculação estão entre os efeitos possíveis das cirurgias que passam pela uretra. O Echolaser não manipula a uretra e é uma técnica desenhada para manter a ejaculação. Nenhuma técnica oferece garantia individual de resultado, e esse assunto precisa estar na mesa antes da decisão, não depois.

Quais exames costumam ser pedidos na avaliação da próstata?

A avaliação começa pela consulta, com histórico dos sintomas e aplicação do escore IPSS, e pelo exame físico com toque retal. Conforme o caso podem ser solicitados PSA, exame de urina, ultrassom com volume prostático e resíduo pós-miccional e urofluxometria.

O que é o preenchimento peniano com ácido hialurônico?

É um procedimento estético em que se aplica ácido hialurônico sob a pele do pênis para aumentar a espessura. É feito em consultório, com anestesia local, sem cortes e sem internação. O produto é reabsorvível, portanto o efeito não é permanente. A avaliação começa por uma consulta urológica, que também investiga queixas funcionais como disfunção erétil.

Preciso de encaminhamento ou de exames prontos para marcar a primeira consulta?

Não é necessário encaminhamento. Se já tiver exames recentes, como PSA ou ultrassom, leve na consulta, porque ajudam bastante na avaliação. Se não tiver, os exames necessários são pedidos no atendimento.

Como faço para saber valores e formas de atendimento?

A secretaria informa condições de atendimento, formas de pagamento e disponibilidade de horários pelo WhatsApp (16) 99650-2587, de segunda a sexta, das 8h às 18h.

O sintoma que você adiou este ano vai continuar aí no ano que vem

Uma consulta resolve a dúvida principal: descobrir o que está causando e quais são as opções reais para o seu caso. O resto se decide depois disso.

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